Anjos do Hanngar

Luxúria

Anjos do Hanngar


Você não engana no que você quer
Qual o problema? Faz o que quiser!
Se o corpo reclama veneno fatal
Sentido e desejo fazem o ritual
E se você me ama, me leve pra cama
Ou procure um outro igual

Que perca a cabeça depois do jantar
E tire sua roupa pra lhe destilar
O vinho; a saliva o cheiro de mar
Ninguém te deseja e nem satisfaz
Com tanta poesia, tanta luxúria
Só eu sei onde tocar, te fazer revirar

E no auge do céu eu vou te ouvir chamar pra perto
E dizer que eu posso mergulhar
Amanhecer no seu contorno
Beijar a carne crua e nua

Só não me ignora depois de acabar
O seu dilema é não ser capaz
De arrumar desculpa pra se imunizar
Por destrancar a porta se me ouve chegar
Me doma, me arrasa
Qual é a sua insistindo em posar como uma vítima?

E no auge do céu eu vou te ouvir chamar pra perto
E dizer que eu posso mergulhar
Amanhecer no seu contorno
Beijar a carne crua e nua

No auge do céu eu vou te ouvir chamar pra perto
E dizer que eu posso mergulhar
Amanhecer no seu contorno
Beijar a carne crua e nua.
Compositor: Marco Antonio Dotto Vasconcellos (D'marco) (ABRAMUS)Editor: Editora Spiti Music (AMAR)Publicado em 2008 (22/Jan) e lançado em 2008 (08/Fev)ECAD verificado obra #3933822 e fonograma #1316964 em 21/Abr/2024 com dados da UBEM

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